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mobilização social

UFCG adere à campanha Banco Vermelho na luta pelo feminicídio zero

O primeiro banco será instalado na próxima terça, dia 17, no campus sede. Ao todo, serão sete bancos, sendo um para cada campus da UFCG

  • Publicado: Quarta, 11 de Março de 2026, 16h32

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados no início de março deste ano, o Brasil atingiu a marca de mais de quatro mulheres assassinadas por razões de gênero por dia em 2025. Com o intuito de se somar à luta pelo feminicídio zero, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) aderiu à campanha Banco Vermelho, inciativa que consiste na instalação de bancos vermelhos em espaços públicos, com mensagens de reflexão sobre o feminicídio.

 

Ao todo, foram adquiridos sete bancos, um para cada campus da universidade. O primeiro será instalado no final da manhã da próxima terça, dia 17, no campus sede. As instalações nos demais campi estão previstas para acontecer nos meses de abril e maio.

 

O banco vermelho traz informações sobre os números de feminicídio, tipos de violência e canais de denúncias e foi projetado para chamar a atenção na luta pelo fim do feminicídio, convidando as pessoas a sentarem, refletirem e, ao se levantarem, agirem. A cor vermelha simboliza o sangue derramado por muitas mulheres vítimas do feminicídio e também um “pare” em alusão ao sinal de trânsito.

 

A vice-reitora, professora Fernanda Leal, enfatizou que a instalação dos bancos na Universidade é uma mensagem clara que a instituição é parceira nessa luta. “Somos uma instituição pública que combate o feminicídio e outras violências contra as mulheres e nos somamos a essa luta junto com outras Instituições de Ensino Superior e demais entidades da sociedade brasileira”, destacou.

 

Sobre

 

A campanha Banco Vermelho teve origem em 2016, na Itália, como símbolo de enfrentamento à violência contra a mulher e ao feminicídio. A iniciativa nasceu da dor de duas mulheres que perderam amigas vítimas de assassinato e decidiram transformar o luto em um movimento de mobilização social.

 

No Brasil, a iniciativa partiu de duas recifenses, Andrea Rodrigues e Paula Limongi, que também perderam amigas para o feminicídio e fundaram e novembro de 2023 o Instituto Banco Vermelho. Em 2024, foi aprovada a Lei federal 14.942/24 que integra o Banco Vermelho à política pública do Brasil para o fim da violência contra a mulher. A lei foi protocolada pela deputada Maria Arraes e sancionada pelo presidente Lula em 31 de julho de 2024.

 

Saiba mais em https://institutobancovermelho.org.br

 

(Ascom UFCG)

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