UFCG convida estudantes a responderem Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico
Prazo segue até o dia 4 de maio. Objetivo é contribuir para o aperfeiçoamento de políticas públicas educacionais
Termina no próximo dia 4 de maio o prazo para participação na Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos Graduandos das Instituições Federais de Ensino Superior do País, conduzida pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
Em sua 6ª edição, a pesquisa tem o objetivo de reunir dados atualizados sobre renda, moradia, alimentação, trabalho, acesso a tecnologias, saúde e trajetórias educacionais, oferecendo um retrato dos desafios enfrentados pelos estudantes para ingressar, permanecer e concluir a graduação. O levantamento se configura como um raio-x das condições de vida dos estudantes das instituições federais de Educação Superior, sendo a principal referência para a formulação de políticas públicas na área.
Até o momento, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) é a terceira instituição com maior número de respondentes à pesquisa, com adesão de cerca de 12% dos 16 mil estudantes de graduação, o que representa quase 2 mil graduandos. No entanto, o pró-reitor de Assuntos Comunitários, Reginaldo França, destaca que esse número ainda é pequeno para que se possa contribuir para o aperfeiçoamento de políticas públicas educacionais. Por isso, o gestor reforça a importância participação dos estudantes.
“A pesquisa é fundamental para conhecer o perfil do estudante de graduação, para fortalecer a estratégia de formulação, gestão e financiamento da política de educação, com foco na Assistência Estudantil. Então, para que nossa comunidade estudantil seja compreendida e atendida em grande parte das demandas, é essencial a participação”, destacou.
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De acordo com o MEC, os resultados da pesquisa também permitirão identificar tendências e mudanças no perfil discente ao longo do tempo. Entre os aspectos analisados estão as condições socioeconômicas, o impacto de programas de assistência estudantil e as desigualdades que ainda persistem no acesso e na permanência na Educação Superior.
(Ascom UFCG, com dados da Assessoria de Comunicação do MEC)
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